Ontem falei numa montanha russa. Neste momento é assim que descrevo a vida.
legionário, depois optio, um dia acordo centurião e ao fim da tarde sou tribuno.
E quem lê pergunta possivelmente o motivo de falar na hierarquia das legiões romanas.
A resposta é simples, nem passa pelo amor incondicional que tenho pelo estudo do passado.
Cato é uma personagem de uns livros que leio desde os vinte e muitos. Penso que em Portugal foram editados uns 7 ou 8 volumes, mas em Inglaterra já ultrapassa seguramente a dezena ( dramas de países onde investir em traduzir livros não é lucrativo).
Cato é um homem que sai do nada, inteligente, bondoso que vai evoluindo com a ajuda de um veterano, Macro.
Sobe a pulso, sente a discriminação, constantemente tentam boicotar e minar a sua carreira.
Tem inimigos poderosos, astutos e estes usam sicários que o atormentam.
Mas Cato, vai crescendo, amadurece, chora sozinho, mas enfrenta tudo e todos com uma força de espírito e sagacidade notável.
Andar em terreno minado, ou vulgo terra queimada não é fácil, exigir quase o impossível sim, é fácil...manipular também.
Cato é ficção, o mundo real é ainda mais cão. Mas não deixa de ser uma inspiração.
Pois a vida é mesmo uma montanha russa e uma das maneiras de cair com estrondo é fazerem alguém subir alto...
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